Back to me?
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Brindemos esse dia. Brindemos a ida e a vinda das pessoas, pois quem vai, só tem a perder.
Aluga-se Felicidade. 
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Cartas.
Telefonemas de madrugada.
Rosas.
Mãos dadas.
Barulho.
Silêncios.
Orquestrando   
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Eu não consigo te esquecer. Ah… E não espere por passar na banca de revistas amanhã de manhã e ver essa frase estampada no jornal. Não é notícia fresquinha, já virou um fato que aconteceu há muito tempo e vem se repetindo ao longo dos anos. Não é mais novidade eu não conseguir esquecer alguém. Acho que a novidade só está em não conseguir esquecer a mesma pessoa nunca. Sempre teve um tempo certo… Alguns meses se passam, eu numa leve depressão, aí surge um outro cara. Um que eu ache que vá valer a pena, um que me iluda novamente. Um como todos os outros, sabe como é, né? Pois então, já faz tempo que não aparece outro cara. Sumiram? Tomaram doril? Estão todos comprometidos ou só fugindo de mim? Eu não sei. Desconheço também o fato de você ter me trocado por um ser totalmente detestável. Isso não é birra. Não é ciúme (tá, talvez um pouco). Enfim, isso são os fatos. Você sempre odiou cabelos curtos, saias pequenas e unhas grandes demais. Você sempre detestou pernas longas, mente minúscula e boca menor ainda. Você mudou totalmente o seu gosto. Talvez a birra seja sua. Talvez queira me mostrar que até o ser que você mais poderia detestar tem sido melhor que eu. Garoto, se toca. É, garoto. Esqueça todas aquelas vezes em que eu dizia que você era “o homem da minha vida”. Que fique agora sendo “o garoto dos meus meses.” Dos meus 3 meses perdidos numa relação de bosta. Na verdade, uma relação pode ser boa quando a gente está nela, quando estamos vivenciando tudo, mesmo com alguns problemas. De fora, de longe, e, quando acaba, ela se torna ruim. Era perfeito quando a pessoa amada era eu, a imperfeição surgiu quando resolveu me substituir. Dói saber que eu me tornei nada para alguém que ainda é tudo pra mim. Eu ainda me lembro do teu cheiro, ele está no meu casaco. Eu ainda gosto dos teus olhos, eles não saem da minha mente. E eu ainda te amo, porque mesmo negando, lutando contra isso e odiando o que você se tornou o amor ainda está aqui. Ainda está no meu coração. “Porque se acabou não era amor, amor de verdade dura pra sempre!”
Luana Rabello, ac-alma.
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A gente diz “eu não gosto” por gostar. “Te odeio” querendo amar. “Se cuida” com vontade de cuidar. “Me abraça” querendo abraçar. A gente reclama dos que se foram, mesmo quando não fizemos nada para ficar.
Luana Rabello, ac-alma.
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13 hours ago · 1,621 notes · reblog
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E acabou porque eu quis. Afirmo hoje, com convicção e frio. Preciso de meias. Meus pés estão gelados, tanto quanto o que tem aqui dentro do peito. Não sei se posso mais chamá-lo de coração. É realmente um pedaço de músculo, mas… Tão sem vida ultimamente. Hoje chove, chove muito; desde cedo. Me lembrou o dia em que tudo acabou. Não que tenha acabado de fato, ali. Nós procuramos estender um pouco mais, só que não resolveu. Como aquele chiclete que a gente pega da boca, prende nos dentes, sai puxando e as pessoas olham e dizem: “Nossa, que coisa nojenta!” Então, foi como um chiclete. Eu peguei tudo o que passamos juntos e grudei com os desejos que eu ainda tinha pra nós dois. Aí eu saí puxando. Puxei, puxei, puxei, até que você arrebentou. Eu disse que foi nojento. Que foi mesquinho e escroto. Você foi moleque! Desculpa, esses teus 20 anos só constam na certidão de nascimento, porque mentalmente você é uma criança birrenta e babona. Nosso amor era imaturo. Eu era imatura. Eu era criança também, admito. Só que um pouquinho mais crescida que você. Errei muito, errei demais, confesso. Mas tu erraste muito também! E nós tampamos os olhos pros erros. Tentamos passar uma borracha em tudo achando que assim os apagaríamos e que essa seria a solução mais cabível. A borracha gastou-se, virou farelo. O mesmo que eu assoprei na mesma direção em que você foi embora. Quando teu pé tocou o outro lado da porta meus olhos hesitaram em deixar a primeira lágrima cair. Eles temiam que após ela viessem muitas outras. Pois então, dito e feito. Quantas lágrimas… Ah… Como eu chorei! Chorei tanto que por dias pensei que não teria mais lágrimas para chorar outra vez. Eu juro, eu ouvi a nossa música por horas. Eu li, reli e treli tuas cartas. Eu gravei cada palavra, acento e pontuação, tudo isso antes de queimá-las. Ao mesmo tempo em que eu queria me livrar de tudo por ter acabado também queria que eu não esquecesse de nada, pensando talvez numa possível reconciliação mais pra frente. Eu tomei um banho, tomei café e comi metade de um pão que desceu entalado garganta abaixo. Deitei, e… Cadê que as lágrimas tinham acabado? Aquelas que despejei no ralo pareciam ter evaporado e entrado pra dentro de mim novamente. Chorei, chorei muito. Minha mãe só me abraçava. Ela não perguntava nada, só queria resolver. Mãe é assim, não se preocupa muito com perguntas nessas horas, elas querem mesmo é achar uma solução. Ela, querendo que tudo ficasse bem. Eu, me arrependendo desse meu primeiro namoradinho. Bobeira até, vendo agora essa situação toda num passado um pouco distante (não muito). Por mais que muitas aitudes minhas tenham sido erradas, por mais que eu nunca tenha sido um exemplo de filha, por mais que eu já tenha esquecido de levar a louça, não ter varrido muito bem os cantinhos da sala e não ter dobrado do jeito que ela queria as cobertas não levei bronca. Dela não levei esporro e muito menos esculacho algum. Meu castigo foram abraços, carinhos e um “filha, não se preocupe com nada, a mamãe te ama muito!”. E de você, o que eu recebi? Xingamentos. Sei lá, você só abria a boca pra falar merda. E olha aí as lágrimas de novo. Mais choradeira. Tava me sentindo a mocinha incompreendida da novela das oito. Eu pedi a Deus para que tudo que tivesse acontecendo fosse um pesadelo. Você dizia que os cinco meses que passou comigo não foram nada, que não tiveram valor algum pra ti e que se pudesse os deletaria da tua vida. Eu não conseguia imaginar que aquilo fosse verdade. Talvez teu irmão estivesse se passando por você só pra me trollar. Mas não. Era você. Era você como eu nunca tinha visto antes. Você não procurava me entender, não compreendia meus motivos, apenas abria a boca pra disparar acusações. Eu abria a minha pra soltar soluços e gemidos abafados. Gemidos de dor. Meu peito se apertava cada vez mais, como se cada palavra que tu dissesse fosse a tua mão apertando-o mais forte a cada segundo. Isso durou semanas. Perseguições, mensagens e telefonemas. Você não se cansava de me perturbar. Eu já estava cansada da perturbação toda e de você. Você não disse, depois de tudo, que o que fez foi apenas pra despertar ódio em mim já que você não conseguia me odiar? Que esse blá blá blá todo de ex namorado incorformado fosse pra que eu ficasse melhor no final mesmo que doesse muito no momento? Parabéns, pra ti vai o troféu Senhor Ridículo do ano. Conseguiu o que queria, minha raiva por você. E justo no dia em que fez um ano que tudo acabou você volta. Você volta dizendo que ainda me ama. Que ainda me quer. Que nunca conseguiu amar alguém como me ama. Que nenhuma preenche o vazio que eu deixei. Palhaço, se contente com a metade que se tornou, porque eu não armo mais circo nenhum pra você fazer graça. Que faça teu espetáculo pra platéia que ainda te assiste, porque eu me arrependo do preço amargo que paguei pelo ingresso desse espetáculo xulo. Do qual, se eu pudesse, apagaria pra sempre da minha memória.
É rapaz, teu picadeiro desmoronouLuana Rabello, ac-alma. 
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Tô com frio, tô com fome, tô com sono… Tô com tanta coisa; menos contigo.
Luana Rabello, ac-alma.
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by 03-93 ©
I gave my best, it wasn't enough. You kept saying we argue too much, we made a mess of what used to be love.
I need you idiot
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